
O que é a Ciclofaixa da Av. Pequeno Príncipe?
É uma via pública construída pela municipalidade para o tráfego exclusivo de bicicletas localizada na Av. Pequeno Príncipe, bairro Campeche, região sul da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis. Veja mais detalhes na Ficha Técnica, abaixo.
Ciclofaixa é uma via ciclística destacada das ruas e dos passeios apenas por pintura e/ou tachões refletores no pavimento. Leia mais sobre o conceito de Ciclofaixa e dos demais tipos de vias ciclísticas em Conceitos e Referências.
INFORMAÇÕES EXTERNAS
AVALIAÇÃO
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A Ciclofaixa da Av. Pequeno Príncipe atende aos ciclistas do bairro, auxilando-nos na ligação com o Rio Tavares e o Terminal de Integração (de ônibus) do Rio Tavares, apesar de faltar bicicletário neste. A rota é direta, a pista é de boa qualidade, mas peca pela manutenção e pelo evidente constante desrespeito por parte dos motoristas. O fluxo de veículos motorizados e a velocidade por eles praticada não condiz com a opção estrutural, tendo sido preferível a construção de uma ciclovia.
FICHA TÉCNICA
- Baixe a Ficha Técnica em PDF: Dimensões, levantamento estrutural e demais características
- Contribua com informações para a Ficha Técnica abaixo
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ITEM |
DESCRIÇÃO |
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1) Denominação: nome oficial ou popular |
Ciclofaixa da Av. Pequeno Príncipe |
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2) Tipo de via ciclística: tipo/subtipo de via ciclística (ciclovia, ciclofaixa, via sinalizada; de calçada, contígua à rua, uni ou bidirecional etc.) |
Ciclofaixa bidirecional contígua a avenida |
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3) Localização: bairro, região, via à qual é paralela etc. |
Av. Pequeno Príncipe, bairro Campeche |
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4) Data da construção |
2008 |
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5) Extensão: comprimento da via ciclística |
2.800 m |
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6) Relevo: altimetria da via, declividade e extensão de morros etc. |
Altitudes aproximadas: a partir da extremidade oeste sobe desde 5 m até 20 m de altitude por 600 m, seguindo essa altitude por 400 m e descendo até 4 m por 300 m |
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7) Órgão construtor e jurisdição: Órgão municipal ou estadual que construiu e é responsável pela manutenção da via ciclística |
Prefeitura Municipal de Florianópolis |
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8) Custo da obra e fonte de recursos |
Não disponível |
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9) Largura e extensão da via ciclística: largura e comprimento da via segmentada, para fins de análise técnica, de acordo com as suas características ao longo de sua extensão |
2.800 m com 2 m de largura; nos 2 trechos em que a ciclofaixa sobe a calçada e passa atrás do ponto de ônibus, a largura diminui para 1,30 m |
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10) Tipo e dimensão da via contígua: Rua, Avenida ou Rodovia; tipo de pavimento, largura etc.; características da calçada contígua |
Avenida asfaltada com 7 m de largura, duas pistas, mão dupla; em paralelo segue passeio sobre calçada com 1,50 m de largura; na margem sul da Avenida não existe acostamento ou calçada |
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11) Forma de segregação: barreira (mureta, canteiro, blocos etc.) ou delimitação (pintura, tachões luminosos etc.) |
Tachões reflexivos a cada 1,50 m |
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12) Afastamento: distância entre a via ciclística e a rua ou o passeio |
Contígua à avenida |
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13) Velocidade e tráfego dos motorizados: velocidade máxima permitida para os veículos motorizados na via contígua e condições gerais do trânsito |
Regulamentada em 60 km/h e, no trecho com maior adensamento urbano, em 40 km/h |
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14) Adequação a triciclos: largura da via ciclística para o tráfego de triciclos a pedal |
A via ciclística é estreita para comportar triciclos |
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15) Suporte ao aumento da demanda: considerações sobre a capacidade de absorção de aumento da demanda de ciclistas |
A via não suporta aumento de demanda, mas pode ser alargada para tanto |
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16) Qualidade do pavimento: tipo de pavimento adotado (asfalto, concreto etc.), presença de ondulações ou rugosidades, aderência etc. |
Pavimento de asfalto |
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17) Integridade e conservação do pavimento: ocorrência de manutenção, existência de buracos, raízes de árvore, esfacelamento do pavimento, rachaduras etc. |
Boa conservação do pavimento; apresenta desgaste nos pontos de parada de ônibus |
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18) Obstáculos: existência de postes, placas, lixeiras bueiros, tampas metálicas ressaltadas etc. |
Não foram encontrados |
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19) Rampas e desníveis: desnível em seção transversal; inclinação, quinas/ressaltos nas rampas para subir e descer em calçadas |
O desnível é adequado; as rampas que sobem para a calçada possuem inclinação adequada |
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20) Quantidade de sinalização: quantidade e distribuição de sinalização (pinturas no pavimento, placas, semáforos) para ciclistas, motoristas e pedestres |
Várias placas foram depredadas e estão ausentes; Placas de "Travessia de via" antes das intersecções; Placas de "Uso comum" alertam para o tráfego compartilhado com pedestres nos trechos sobre a calçada; Símbolos de bicicleta pintados no pavimento; Placas de "Pare" antes dos pontos de parada de ônibus; Placa de "Início de Ciclovia no início da ciclofaixa |
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21) Clareza da sinalização: facilidade de compreensão da sinalização por ciclistas, motoristas e pedestres |
As placas e pinturas no pavimento estão desgastadas; As placas de "Travessia de via" erroneamente orientam o ciclista a conceder prioridade aos motorizados; Não existem placas orientando os motoristas a concederem prioridade aos ciclistas nos cruzamentos e nas entradas de garagem |
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22) Interseções: quantidade e tipo (trevos, rótulas etc.), sinalização (placas e faixas); concessão de prioridade aos ciclistas |
33 intersecções; ver alerta sobre sinalização acima |
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23) Acesso e cruzamento de ruas: quantidade e qualidade dos pontos de acesso à via ciclística; sinalização (faixas, semáforos etc.) para o ciclista cruzar a rua |
10 faixas de travessia de pedestre; É fácil entrar na ciclovia devido a ausência de barreira segregadora |
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24) Constância da velocidade: considerações sobre a possibilidade de pedalar em velocidade constante na maior parte da via ciclística |
É possível manter velocidade constante, entretanto é preciso cuidado nos pontos de parada de ônibus, nas interseções e nos estacionamentos dos comércios |
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25) Quantidade de paradas: quantidade de cruzamentos onde o ciclista é obrigado a parar a bicicleta para ceder preferência a outras modalidades |
Ver acima |
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26) Serviços acessados: centros de serviços públicos (escolas, postos de saúde etc.), lazer e comércio acessados pela via ciclística |
5 serviços públicos; 105 estabelecimentos comerciais |
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27) Rota direta: existência de desvios de rota e curvas desnecessárias no trajeto |
A rota é direta |
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28) Compartilhamento: quantidade e qualidade das estruturas onde o ciclista compartilha a via com pedestres e motoristas (sinalização, dimensão da via etc.) |
Em três trechos é necessário compartilhar a via com pedestres, sendo que dois deles são sobre a calçada; Existem placas regulamentando o compartilhamento |
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29) Conexão em rede: conexão da via ciclística com outras vias ciclísticas formando uma rede cicloviária para dar seguimento à viagem |
A Ciclofaixa do Campeche conecta-se, a leste, com a Ciclofaixa da Fazenda do Rio Tavares |
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30) Integração com o transporte coletivo: terminais de ônibus acessados através da via ciclística |
O Terminal de Integração do Rio Tavares está na Ciclofaixa da Fazenda do Rio Tavares |
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31) Acesso a bicicletários: bicicletários públicos acessados pela via ciclística |
Inexistentes |
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32) Drenagem: desnível e escoadouros de água da chuva; existência de poças, lâminas d'água etc. |
Vários pontos de alagamento |
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33) Acúmulo de resíduos: pontos de acúmulo de barro, terra, resíduos de erosão ou similares no leito da via ciclística |
Vários pontos com acúmulo de areia proveniente dos lotes lindeiros e das ruas em intersecção |
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34) Iluminação: qualidade da iluminação artificial ao longo da via ciclística |
A iluminação é de má qualidade porque os postes estão situados no lado oposto da avenida |
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35) Arborização: quantidade de árvores plantadas ao longo da via ciclística para oferecer sombra ao ciclista |
Algumas poucas árvores em lotes lindeiros, sem oferecer sombreamento |
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36) Conflito com pedestres: presença ou ausência (e qualidade) de passeio de modo a evitar que pedestres caminhem sobre a via ciclística |
É preciso cuidado nos trechos compartilhados; A calçada contígua é estreita e por isso muitas pessoas caminham ou correm sobre a ciclofaixa |
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37) Entradas em garagens: quantidade e características de entradas de garagens e de estacionamentos de carros em moradias, comércio, etc. |
Dezenas de entradas de garagem e de estacionamentos de estabelecimentos comerciais |
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38) Respeito dos motorizados: presença de veículos motorizados estacionados, trafegando na via ciclística, efetuando carga e descarga etc. |
Os carros trafegam em alta velocidade; É muito comum carros estacionados ou parados sobre a ciclofaixa |
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39) Acessibilidade infantil: considerações sobre as condições gerais de uso da via ciclística pelas crianças |
Medianamente acessível, pois a falta de segregação expõe as pessoas a risco |
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40) Potencial de atratividade: considerações sobre a capacidade da via ciclística poder atrair novos usuários da bicicleta |
A ciclofaixa oferece atratividade por estar na rua central do bairro e acessar diversos serviços públicos e privados |
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41) Sensação de segurança: considerações sobre a sensação geral de segurança ao usar a via ciclística |
Sensação média, devido a estreiteza da ciclofaixa, a falta de segregação e a velocidade dos carros; -A noite a sensação de segurança cai bastante |
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42) Sensação de conforto: considerações sobre a sensação geral de conforto ao usar a via ciclística |
De modo geral é confortável pedalar pela Ciclofaixa da Peq. Príncipe |
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43) Data da coleta de campo |
01/04/2011 |
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44) Nome do pesquisador |
André Geraldo Soares |









