Uma simples caminhada pode se tornar um perigo

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12Para os moradores do Campeche, em Florianópolis, só disposição não basta na hora de fazer uma caminhada ou andar de bicicleta. Enquanto as obras de construção de calçadas e ciclovia na região não ficam prontas, é preciso olhos atentos e uma dose de malabarismo para não transformar um passeio em acidente de trânsito.

Ao menos deverá ser assim até o final do verão, para quando a prefeitura planeja a conclusão das obras de construção de calçamento e ciclovia na Avenida Pequeno Príncipe e Rio Tavares. A previsão da Secretaria de Obras é que os trabalhos na Pequeno Príncipe se encerrem no final de fevereiro; no Rio Tavares, no final de maio.

Por enquanto, o pedestre que transita pela região encontra exemplos do melhor e do pior da infra-estrutura urbana. No trecho que se estende entre o Marco do Campeche e a Escola Básica Brigadeiro Eduardo Gomes, na Avenida Pequeno Príncipe, as lajotas e o asfalto pintados de vermelho indicam a existência de um ponto seguro - e ideal - para se caminhar e pedalar. Mas quando a placa indica o fim da única etapa já concluída das obras municipais, é preciso atenção redobrada para disputar um canto do asfalto com os veículos. Há três meses adepta da bicicleta como veículo de transporte pelo bairro onde mora, Cristiana Zalamena já levou alguns sustos.

- Domingo quase fui atropelada quando um carro desviou pelo acostamento - contou.

A chuva intensa do último mês também se transformou num problema a mais nos pontos onde as obras estão paradas, especialmente no Rio Tavares, nas proximidades do terminal de ônibus. Quem anda por ali cruza com o barro trazido com a terra removida e muitas pedras.

- Com os buracos está ainda mais perigoso. Quem não está acostumado a andar por aqui se atrapalha - disse Marco Braga, que assim como Cristiana se acostumou a andar de bicicleta pelo bairro.

Chuva alterou o prazo de entrega

A chuva resulta em mais pedras no caminho tanto para transeuntes quanto para os responsáveis pela execução das obras. Segundo o secretário-adjunto Luiz Américo Medeiros, esse foi um dos motivos pela mudança no prazo de entrega da ciclovia e calçada do Rio Tavares, inicialmente prevista para o final do ano. Outra razão é a limitação do horário de trabalho.

- Nós temos um problema sério de desvio de trânsito ali. Além disso, a PRF pediu que nós reduzíssemos o trabalho das 9h30min às 16h30min . Por isso a obra não flui - explicou.

As duas obras foram iniciadas em março e, juntas, estão orçadas em aproximadamente R$ 1,6 milhão.

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Retirada de http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2304172.xml&template=3898.dwt&edition=11148&section=213 em 26/11/08

 

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