O percurso abrangeu ainda a Avenida Madre Benvenuta, Lauro Linhares, passando por dentro da Universidade Federal de Santa Catarina, indo depois pelo Córrego Grande até o Jardim Anchieta e pegando novamente a Avenida Madre Benvenuta.
Na Astel, o grupo encontrou outros manifestantes e, juntos, seguiram até a rua Lauro Linhares, Bocaiúva até chegar ao memorial na cabeceira da ponte Hercílio Luz, onde tiveram o ponto alto da manifestação deitando sobre a via.
Segundo um dos participantes da Bicicletada, Fabiano Faga Pacheco, na rua Bocaiúva, onde há uma ciclovia há cerca de dois anos, muitos carros não respeitaram o espaço dos ciclistas. Ele conta que cerca de 10 automóveis estavam estacionados sobre a faixa exclusiva para os bicicleteiros, sendo que em três os motoristas estavam dentro dos veículos.
- Apenas um saiu quando estávamos passando. Não há fiscalização nessa rua - reclama Pacheco, explicando que o problema no local é frequente.
Na volta, o grupo passou pela Praça XV de novembro e se encontrou com alguns foliões do bloco de carnaval que faz o Enterro da Tristeza. Nesse momento, os ciclistas voltaram a deitar no chão chamando a atenção de quem passava.
O Bicicletada Floripa se encontra sempre na última sexta-feira do mês, em frente ao Shopping Iguatemi, para pedalarem juntos ou fazerem alguma manifestação em prol dos direitos dos ciclistas.
No dia 25 de março, entre 19h e 20h, o grupo se reunirá para novamente relembrar o atropelamento de ciclistas em Porto Alegre. Além de Florianópolis, a manifestação deve se repetir em outras capitais do país, como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.
Fernanda Peres | Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
Retirado de http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&local=18§ion=Geral&newsID=a3228881.xml em 04/03/11












