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A bicicleta nas eleições - Entrevista com Felipe Aragonez

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sdfasdrFelipe Aragonez já tem muitos quilômetros rodados como cicloativista. Trabalhou por 4 anos como bikerrepórter nas rádios Eldorado e Estadão/ESPN. Em 2009 ele resolveu formalizar seu ativismo, ajudando a fundar o Instituto CicloBR, que abria um canal de diálogo entre o poder público e empresas privadas. Ainda em 2009, a partir da reunião de dezenas de cidadãos atuantes na defesa da mobilidade por bicicletas, Felipe estava presente na fundação da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo), para trabalhar pela construção de políticas públicas que atendam a mobilidade por bicicletas.

Última atualização ( Ter, 28 de agosto de 2012 11:48 )
 

Dinamarqueses pedalam até o trabalho em superciclovia

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asdfasdferImagine quase 18 quilômetros de uma ciclovia lisinha serpenteando pelo interior. Praticamente sem ser interrompida por estradas ou cruzamentos, ela passa por campos, quintais, pássaros gorjeando, um lago, alguns patos e, a cada 1,5 quilômetro, uma bomba de ar.

Para alguns dinamarqueses, é assim que se vai e volta do trabalho.

Susan Nielsen, professora de 59 anos, era uma das primeiras pessoas aproveitando a primeira 'superciclovia' da Dinamarca numa manhã recente, quase no meio do caminho entre Copenhague e Albertslund, um subúrbio, que é o ponto final da estrada.

Última atualização ( Ter, 28 de agosto de 2012 11:40 )
 

"Mobilidade nas eleições municipais", por Cristina Baddini Lucas

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farfasdfOs pontos de estrangulamento verificados no trânsito das cidades médias e grandes e a qualidade de transporte de massas são questões que estão sendo colocadas nos debates eleitorais deste ano. Não necessitamos elaborar grandes teses para perceber que a mobilidade urbana demanda pesados investimentos públicos e privados na construção de linhas de metrôs, corredores de ônibus, vias de trens leves, bondes, ciclovias e estacionamentos subterrâneos ou elevados.
Última atualização ( Ter, 28 de agosto de 2012 11:32 )
 

Aumento de bicicletas obriga Chile a criar alternativas de trânsito

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areradfO governo chileno busca alternativas para o trânsito de Santiago desde que as ruas da cidade, movimentadas tradicionalmente por carros, ônibus e caminhões, dividem espaço com outro meio de transporte: a bicicleta.

O aumento das tarifas de transporte público, a redução no tempo de viagem, assim como a maior consciência ecológica dos cidadãos, são as principais causas da invasão de ciclistas pelas ruas mais transitadas da Santiago.

Última atualização ( Qua, 29 de agosto de 2012 12:31 )
 
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